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  • Equipe Shopper Telling™

A Beleza das Narrativas

Toda vez que leio um livro, a primeira coisa que tento notar é o estilo de narrativas e já sei logo assim nas primeiras linhas, se vou ser fisgada ou não.

Amo as narrativas que trazem detalhes, que buscam configurar tempo e espaço de forma poética, que detalham o dourado da maçaneta ou o pingente azul e lilás no pescoço dela. Gosto de detalhes. Isso me faz entrar nas cenas, faz com que eu desenhe na minha mente àquela época, faz com que eu vire o personagem e muitas vezes me traz memórias afetivas de algo que eu vivi e de algo que eu não vivi, mas gostaria de ter vivido.

Esse é o incrível poder das narrativas.

Ora faz sorrir, ora cai a lágrima, ora faz fechar o olho.. tantos “oras”. Mas, ora, se não é bonito apreciar tantas versões e ilusões, muitas vezes vitórias, outras falácias. Não importa.

Assim é no storytelling do nosso mundo real, fora dos livros.

Não seria uma apresentação, um fragmento de um suposto livro não lido, porém sentido e apreciado por uma audiência diversa e estranha? No momento que iniciamos uma apresentação de storytelling, sempre desejamos trazer essa poesia dos livros. Mas em muitos casos, é preciso aterrissar. E isso, pode tirar um pouco da magia, mas nunca a beleza e a funcionalidade da comunicação, já que dizem por aí que comunicação é aquilo que o outro entende e nunca o que você comunica.

O incrível poder das narrativas nos dá essa de sermos irônicos e nos dá a liberdade de escolher os caminhos a seguir e de validar hipóteses.

Não escrevemos livros. Fazemos apresentações lindas cheias de sínteses e antíteses, e sempre com um detalhe que é só seu. Apresentações e narrativas para você se comunicar e tentar fazer com que o outro entenda e não somente o contrário. Primeiro você tem que amar, vibrar e declamar. Sim, declame uma apresentação como os poetas faziam e verás que a plateia estranha também sentirá algo.

Vem pra Shoppertelling e sinta!


Por Fabiola Santana




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